● Disponível Módulo 1 de 6 4 horas · Assíncrono

📊Escalas Psicométricas na Prática

PHQ-9, GAD-7, WHO-5 e MBI: como aplicar, interpretar e acompanhar longitudinalmente — e o que fazer quando os números dizem mais do que as palavras. Escalas psicométricas validadas como instrumentos clínicos vivos, não como burocracia.

4h
Carga horária
6aulas
Vídeoaulas
4escalas
Instrumentos
12casos
Estudos de caso

Escalas como aliadas clínicas,
não como burocracia

📐 Validade, fidedignidade e pontos de corte

O que torna uma escala confiável — e o que os pontos de corte realmente significam. Sensibilidade vs especificidade: por que um PHQ-9 ≥ 10 não é diagnóstico de depressão.

📊 Aplicação e condições de administração

Como e quando aplicar cada escala — instrução à pessoa atendida, contexto ideal, frequência de reaplicação. O que muda na interpretação quando a escala é auto ou heteroaplicada.

📈 Monitoramento longitudinal

Como transformar resultados pontuais em narrativa clínica. Gráficos de evolução, diferenças minimamente importantes e como usar os dados para revisão do plano terapêutico.

🚨 Alertas clínicos e protocolos de segurança

O que fazer quando o PHQ-9 indica risco de suicídio (item 9) ou quando o GAD-7 sugere disfunção significativa. Protocolos de resposta e documentação.

🔗 Integração com a formulação clínica

Como os dados das escalas alimentam a formulação de caso — especialmente em TCC, onde as medidas objetivas de pensamento e emoção têm papel central no planejamento.

💬 Comunicando resultados

Como devolver os dados das escalas de forma psicoeducativa, sem patologizar e sem minimizar. O que dizer quando o escore vai na direção oposta ao relato subjetivo.

6 aulas · 4 horas de formação

1
Fundamentos psicométricos
Validade, fidedignidade, sensibilidade, especificidade. O que torna uma escala clinicamente útil.
32 min · teoria + 3 exemplos
2
PHQ-9 na prática clínica
Aplicação, escoragem, pontos de corte e o item 9 — o que fazer quando há risco de suicídio.
48 min · teoria + 3 casos
3
GAD-7 e a família dos transtornos ansiosos
Sensibilidade para TAG, pânico, fobia social e TEPT. Quando complementar com escalas específicas.
42 min · teoria + 2 casos
4
WHO-5 como medida positiva
Por que medir bem-estar é diferente de medir sintomas — e o papel do WHO-5 no monitoramento.
38 min · teoria + 2 casos
5
MBI e burnout em contextos organizacionais
3 dimensões: exaustão, despersonalização, realização. Aplicação em saúde, educação, segurança pública.
45 min · teoria + 2 casos
6
Monitoramento longitudinal e devolução
Como plotar curvas, identificar mudança clinicamente significativa e devolver os dados de forma psicoeducativa.
35 min · prático

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