PHQ-9, GAD-7, WHO-5 e MBI: como aplicar, interpretar e acompanhar longitudinalmente — e o que fazer quando os números dizem mais do que as palavras. Escalas psicométricas validadas como instrumentos clínicos vivos, não como burocracia.
O que torna uma escala confiável — e o que os pontos de corte realmente significam. Sensibilidade vs especificidade: por que um PHQ-9 ≥ 10 não é diagnóstico de depressão.
Como e quando aplicar cada escala — instrução à pessoa atendida, contexto ideal, frequência de reaplicação. O que muda na interpretação quando a escala é auto ou heteroaplicada.
Como transformar resultados pontuais em narrativa clínica. Gráficos de evolução, diferenças minimamente importantes e como usar os dados para revisão do plano terapêutico.
O que fazer quando o PHQ-9 indica risco de suicídio (item 9) ou quando o GAD-7 sugere disfunção significativa. Protocolos de resposta e documentação.
Como os dados das escalas alimentam a formulação de caso — especialmente em TCC, onde as medidas objetivas de pensamento e emoção têm papel central no planejamento.
Como devolver os dados das escalas de forma psicoeducativa, sem patologizar e sem minimizar. O que dizer quando o escore vai na direção oposta ao relato subjetivo.
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