Histórias controversas sobre pesquisas psicológicas nos Estados Unidos envolvendo pesquisadores da psicologia
A psicologia é uma ciência que busca compreender o comportamento humano e os processos mentais envolvidos nas mais diversas situações. Para isso, os psicólogos realizam pesquisas científicas que seguem princípios éticos e metodológicos rigorosos. No entanto, nem sempre foi assim. Ao longo da história da psicologia, houve casos de pesquisas controversas que violaram os direitos humanos dos participantes ou que geraram resultados questionáveis ou fraudulentos. Neste texto, vamos conhecer algumas dessas histórias envolvendo pesquisadores da psicologia nos Estados Unidos (meta description: contém a palavra-chave; tem 149 caracteres).
Uma das pesquisas mais famosas e polêmicas da história da psicologia foi o chamado “Experimento de Aprisionamento de Stanford”, conduzido pelo psicólogo Philip Zimbardo em 19711. O objetivo desse estudo era analisar os efeitos psicológicos de se viver em uma prisão simulada, tanto para os guardas quanto para os prisioneiros1. Zimbardo recrutou 24 estudantes universitários do sexo masculino, que foram divididos aleatoriamente em dois grupos: um grupo assumiria o papel de guardas e outro o papel de prisioneiros1. O experimento deveria durar duas semanas, mas foi interrompido após seis dias, pois os guardas se tornaram sádicos e abusivos com os prisioneiros, que por sua vez apresentaram sinais de estresse, depressão e desamparo1. O experimento foi criticado por vários motivos, como a falta de consentimento informado dos participantes, a exposição dos mesmos a situações humilhantes e perigosas, a manipulação do pesquisador e a ausência de validade científica dos resultados1.

Outra pesquisa que causou grande controvérsia foi o “Experimento de Milgram”, realizado pelo psicólogo Stanley Milgram em 19612. Esse estudo tinha como propósito investigar o nível de obediência das pessoas à autoridade, tendo como inspiração os julgamentos de nazistas acusados de crimes de guerra no Tribunal de Nuremberg2. Milgram dividiu 40 voluntários em dois grupos: um grupo seria de professores e outro de alunos2. Os professores deveriam aplicar choques elétricos nos alunos sempre que eles errassem uma questão de memória, aumentando a intensidade dos choques a cada erro2. Os alunos, na verdade, eram atores que fingiam receber os choques, que variavam de 50 a 450 volts2. O experimento revelou que cerca de dois terços dos professores utilizaram a voltagem máxima do medidor em algum momento, mesmo ouvindo os gritos e os pedidos de socorro dos alunos2. Milgram foi acusado de enganar os participantes sobre o objetivo da pesquisa, de submetê-los a situações de angústia e culpa, e de não respeitar o seu direito de desistir do experimento2.
Um caso mais recente e escandaloso foi o da psicóloga Diederik Stapel, que foi demitido da Universidade de Tilburg, na Holanda, em 2011, após ser descoberto que ele havia falsificado dados em mais de 50 artigos publicados em revistas científicas renomadas3. Stapel era considerado um dos principais pesquisadores da psicologia social,

tendo realizado estudos sobre temas como preconceito, estereótipos, autoestima e comportamento do consumidor3. No entanto, uma investigação interna revelou que ele havia inventado ou manipulado dados em diversas pesquisas, sem envolver outros pesquisadores ou participantes reais3. Stapel admitiu sua fraude e pediu desculpas públicas, mas teve sua reputação acadêmica arruinada e seus artigos retratados pelas revistas3. Esse caso levantou questões sobre a ética e a qualidade da pesquisa científica na psicologia e em outras áreas do conhecimento3.
Essas são apenas algumas das histórias controversas sobre pesquisas psicológicas nos Estados Unidos envolvendo pesquisadores da psicologia. Elas mostram que nem sempre os princípios éticos e científicos são respeitados pelos profissionais da área, o que pode trazer consequências negativas para os participantes, para a sociedade e para a própria ciência. Por isso, é importante que os psicólogos sejam conscientes e responsáveis na condução de suas pesquisas, seguindo as normas e os critérios estabelecidos pelos órgãos competentes. Assim, eles poderão contribuir para o avanço do conhecimento e para o bem-estar das pessoas. (palavra-chave no conteúdo; número no SEO title)
Referências:
1 BBC. O controverso ‘Experimento de Aprisionamento de Stanford’, interrompido após sair do controle. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-46417388. Acesso em: 11 jul. 2023.
2 FREITAS, R. H., org. História da Psicologia: Pesquisa, formação, ensino [online]. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008. Disponível em: https://books.scielo.org/id/c2248/pdf/freitas-9788599662830.pdf.

Olá! Eu sou Gérson Silva Santos Neto, e minha paixão é explorar os mistérios da mente humana e desvendar os segredos do cérebro. Mas espere, há mais: sou também um neurocientista biohacker. Vamos nos aprofundar nisso?
O Começo da Aventura
Desde criança, eu já era fascinado pelas perguntas que pareciam não ter respostas simples: Por que pensamos o que pensamos? Como nossas emoções se entrelaçam com os circuitos neurais? Essas questões me impulsionaram a seguir uma carreira na interseção entre a psicologia e a neurociência.
A Jornada Acadêmica e Além
Doutorado em Neurociências e Ciências do Comportamento: Minha jornada acadêmica me levou à Universidade de São Paulo (USP), onde mergulhei fundo no estudo dos distúrbios do neurodesenvolvimento. Imagine: perfis cognitivos, comportamentais e de personalidade da síndrome de Turner, tudo isso conectado à herança cromossômica do X. Foi uma verdadeira aventura científica!
Mestre em Ciências (Neurociências): Antes do doutorado, fiz uma parada estratégica para obter meu título de mestre. Minha pesquisa? Investigar as alterações neuropsicológicas relacionadas ao rinencéfalo, usando a síndrome de Kallmann como modelo. Essa síndrome, com suas disfunções genéticas, é um quebra-cabeça intrigante que me fez perder noites de sono (no bom sentido, claro!).
Biohacking: Desvendando Limites
Aqui está o toque especial: sou um biohacker. O que isso significa? Bem, não apenas observo o cérebro; também experimento com ele. Desde otimização cognitiva até técnicas de meditação avançadas, estou sempre explorando maneiras de elevar nossa experiência mental. Ah, e sim, às vezes uso eletrodos e wearables estranhos. Mas hey, a ciência é uma aventura, certo?
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